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International Judo Federation

Baku 2026: catorze campeões mundiais, mil histórias e uma paixão em comum

Tradução automática · original em inglês

Resumo

Estes sete dias proporcionaram um espetáculo digno da ocasião. Duas categorias de peso por dia, dois campeões mundiais coroados, uma mulher e um homem; este é o ritmo dos campeonatos mundiais, seguindo o mesmo formato dos Jogos Olímpicos. É uma fórmula da qual nunca nos cansamos. Todas as manhãs trazem novas expectativas, todas as tardes a sua quota de surpresas, e todas as noites mais duas histórias entram nos livros de história. Há muitas lições a tirar de um extraordinário semana. Olhando para o quadro geral, o Japão dominou os procedimentos com nada menos que sete títulos mundiais, exatamente metade de todas as medalhas de ouro disponíveis. Adicione a isso duas medalhas de prata e três medalhas de bronze e a escala da conquista fica ainda mais clara. Impressionante, certamente, mas dificilmente acidental. Por trás desses resultados está uma cultura de autoquestionamento constante, um compromisso inabalável com os princípios do judo e uma capacidade excepcional de produzir o melhor quando a ocasião exigir. Hifumi e Uta Abe demonstraram mais uma vez que, mesmo quando as circunstâncias se tornam complicadas, eles possuem essa rara capacidade de cavar mais fundo e encontrar soluções. Wakana Koga, Ryuga Tanaka e Akari Omori ilustraram...

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Baku 2026: Fourteen World Champions, a Thousand Stories and One Shared Passion

These seven days have delivered a spectacle worthy of the occasion. Two weight categories each day, two world champions crowned, one woman and one man; this is the rhythm of the world championships, following the same format as the Olympic Games. It is a formula we never tire of. Every morning brings new expectations, every afternoon its share of surprises, and every evening two more stories enter the history books. There are many lessons to draw from such an extraordinary week. Looking at the overall picture, Japan dominated proceedings with no fewer than seven world titles, exactly half of all the gold medals available. Add to that two silver medals and three bronze medals and the scale of the achievement becomes even clearer. Impressive, certainly, but hardly accidental. Behind these results lies a culture of constant self-questioning, an unwavering commitment to the principles of judo and an exceptional ability to produce the very best when the occasion demands it. Hifumi and Uta Abe demonstrated once again that even when circumstances become complicated, they possess that rare ability to dig deeper and find solutions. Wakana Koga, Ryuga Tanaka and Akari Omori each illustrated,…